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Workshop apresenta modelo para alcançar excelência na gestão

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'Trabalho Colaborativo e Orientação para Resultados: o Modelo de Excelência da European Foundation for Quality Management (EFQM) na Indústria de Moldes', foi o tema de um workshop que, promovido pela CEFAMOL, decorreu no dia 28 de fevereiro, no auditório da associação, na Marinha Grande. Integrada no projeto “Tech-i9”, esta sessão foi dinamizada por José Morais, formador e consultor certificado pela EFQM.


Explicando que, desde que foi criado, o modelo EFQM é "uma referência para as organizações", possibilitando o desenvolvimento de uma cultura de melhoria e inovação, José Morais sublinhou que a utilização deste modelo se traduz numa preciosa ajuda para que as empresas alcancem o sucesso.


No decorrer do workshop, foi apresentada a origem do modelo EFQM: uma iniciativa de 14 CEO de grandes empresas europeias que, em 1989, tinham como preocupação "incrementar a competitividade das instituições na Europa". Porque, sublinhou, aquilo que se pretende com a adoção deste modelo é "alcançar a gestão de excelência nas organizações". Foi criada a fundação, sem fins lucrativos, e que tem sede em Bruxelas.


O modelo EFQM foi usado, inicialmente, pelas grandes empresas. Contudo, a constatação da sua importância enquanto ferramenta de apoio à melhoria da gestão, acabou por determinar que passasse a ser utilizado também por organizações mais pequenas e até pela administração pública, em vários países. Para além da Europa, o modelo foi-se estendendo, gradualmente, pelo mundo.


Ao longo dos anos, o modelo foi sofrendo algumas alterações, mas, até novembro de 2019, a versão em vigor datava de 2013. Com as alterações que o mundo sofreu desde então, explicou José Morais, tornou-se necessária uma atualização do modelo. E foi sobre ela que se debruçou, explicando que se reforçaram vários aspetos, de forma a que os conceitos fundamentais possibilitem atingir "agilidade na gestão", tendo êxito "através do talento das pessoas" e procurando "acrescentar valor ao cliente", tendo sempre presente a meta de "construir um futuro sustentável".


No novo modelo, as ferramentas disponibilizadas (muitas delas podem ser consultadas online na página da EFQM) têm como meta "ajudar a empresa a estabelecer orientações", procurando envolver, de forma colaborativa, os vários stakeholders, integrando-os na estratégia de evolução. Depois, o modelo centra parte da sua ação no desenvolvimento de aspetos como a liderança, a cultura organizacional e a definição de um rumo que tem como meta a excelência.


Neste caminho, salientou José Morais, é fundamental que "as empresas olhem para si de forma crítica e, sobretudo, que tenham tempo para pensar sobre as melhores formas de incorporar valor".

Esta “Tech Session” foi concluída com a apresentação de casos de empresas reconhecidas nos vários níveis de evolução do modelo EFQM, parte das quais com sede em Portugal e algumas na indústria de moldes.



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