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Comitiva finlandesa de moldes e plásticos visita sector em Portugal

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‘Portugal-Finlândia: cooperação e negócio’ foi o tema de um seminário que teve lugar na manhã desta quarta-feira, dia 14 de setembro, no Centro Empresarial da Marinha Grande, promovido, em conjunto pela CEFAMOL e a sua congénere finlandesa (Technology Industries of Finland).


A visita da comitiva finlandesa, integrando representantes dos sectores de moldes e plásticos, estende-se até sexta-feira, dia 16 de setembro. Neste período, os representantes da indústria finlandesa mantêm encontros bilaterais com empresas nacionais, tendo também oportunidade de visitar diversos fabricantes de moldes, quer na região da Marinha Grande, quer em Oliveira de Azeméis.


Kai Syrjala (Technology Industries of Finland)





Kai Syrjala, representante da associação finlandesa, explicou que aquele país tem um interessante conjunto de fabricantes de plásticos que procuram fornecedores de moldes na Europa. É que, salientou, a Finlândia não tem produção de moldes em quantidade para satisfazer as necessidades existentes. Daí que, nos últimos anos, os fabricantes de plásticos tenham recorrido ao exterior, importando moldes de regiões como a Ásia ou mesmo a Rússia. Mas, advertiu, nestes últimos dois anos está a verificar-se uma diferença de atitude e os produtores procuram novos fornecedores, preferencialmente na Europa.


Portugal é, no seu entender, visto como “um fornecedor de excelência no sector dos moldes” e, por isso, diz esperar que esta visita resulte num estreitar de relações empresariais que venha a resultar em bons negócios no futuro.


A Finlândia, explicou ainda, não tem tradição na indústria automóvel – que é o principal mercado dos moldes portugueses – mas está, neste momento, a apostar em diversas áreas de negócio no sector tecnológico. Deu como exemplo as baterias dos veículos elétricos ou as células solares, para considerar que as empresas portuguesas de moldes podem encontrar boas opções de negócio no mercado finlandês, mostrando-se convicto de que uma “cooperação entre os dois países será benéfica para ambos”.




Manuel Oliveira, secretário-geral da CEFAMOL, que realizou para a comitiva uma breve apresentação do sector em Portugal, enfatizou que, nos últimos anos, a Finlândia tem sido um mercado praticamente residual para os moldes nacionais. Em 2021, por exemplo, as vendas ascenderam a pouco mais de um milhão de euros. No seu entender, isso indicia que, havendo interesse e cooperação, haverá potencial de crescimento.


A sessão de abertura deste seminário contou com a presença do Presidente da Câmara da Marinha Grande, Aurélio Ferreira, que teceu elogios à dinâmica da indústria de moldes em Portugal, afirmando-se convicto de que as empresas finlandesas encontrarão bons parceiros no nosso país.



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