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Empresas fazem balanço positivo da Glasstec

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As empresas nacionais que acompanharam a CEFAMOL na feira “Glasstec” fizeram, no final, um balanço positivo desta edição do certame, dedicado à indústria de vidro, e que decorreu de 20 a 23 de setembro, em Düsseldorf, Alemanha.


Icebel, Intermolde, Neckmolde e Vidrimolde iam, à partida, com algumas reservas em relação a esta feira, que se realiza a cada dois anos, mas cuja edição de 2020 foi cancelada devido à pandemia de Covid-19. Contudo, no final, e “apesar de uma redução no número de visitantes em relação à última edição (2018), consideraram que a feira foi palco de bons contactos, quer com clientes já conhecidos, quer com novos players a surgir no mercado”, contou Patrício Tavares, da CEFAMOL.




Esta edição da feira coincidiu com a celebração do Ano Internacional do Vidro, declarado pelas Nações Unidas. E essa efeméride foi aproveitada pela organização do certame para “promover toda a cadeia de produção do vidro, desde o desenvolvimento científico e tecnológico, aos vários tipos de fabrico e aos diferentes artigos em vidro destinados a sectores tão diversos como embalagem, construção civil, alimentar ou aeronáutico”, explicou.


De acordo com a organização da “Glasstec”, o certame recebeu a visita de mais de 30 mil pessoas – profissionais do sector vidreiro – oriundos de 119 países. “Esta é, na área do vidro, considerada a maior feira a nível internacional e, por isso, atrai visitantes de várias partes do mundo”, salientou Patrício Tavares, dando nota de que as empresas nacionais, por se dedicarem a clientes-alvo distintos, participaram com stands individuais estando, até, em áreas diferentes da zona de exposição, de forma a protagonizar uma abordagem mais positiva. E essa estratégia acabou por revelar-se eficaz, uma vez que trouxeram, até, perspetivas de novos negócios para o futuro.




A edição deste ano, segundo a organização, contou com a participação de 936 expositores, de 47 países. Em foco estiveram os temas que, atualmente, constituem os desafios desta indústria, como a escalada de preços da energia, a escassez de mão-de-obra qualificada, bem como a eficiência de recursos e a sustentabilidade. Com efeito, até ao início deste ano de 2022, este sector, ao contrário de outros, não se ressentiu fortemente com os efeitos da pandemia, mas está agora a ser dos grandes afetados com as consequências económicas resultantes da guerra na Ucrânia, sobretudo o aumento do preço da energia.


Esta participação das empresas nacionais, em conjunto com a CEFAMOL, decorreu no âmbito do plano de promoção internacional ‘Engineering & Tooling from Portugal’, apoiado pelo Compete 2020.







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