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Empresas nacionais satisfeitas com participação na feira 'K'

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A participação das empresas de moldes portuguesas na feira K, que decorreu em Düsseldorf (Alemanha) entre os dias 19 e 26 de outubro, saldou-se pela positiva. Nesta, que é considerada a mais importante feira do mundo dedicada à indústria de plásticos e borracha, a CEFAMOL fez-se acompanhar por 18 empresas que integraram a participação coletiva nacional, inserida no âmbito do projeto de promoção internacional ‘Engineering & Tooling from Portugal’: AES, CHETO, CR Moulds, Frumolde, JDD Moldes, Moldegama, Moldes RP, MOLDIT, Moldoeste, Moldoplástico, SET, Socem, Steelplus, Tecnifreza, Tecnimoplás, UEpro, VL Moldes e VSV. Para além destas, estiveram ainda presentes outras associadas da CEFAMOL, como a GLN, Molde Matos, Prifer e Ribermold. Houve ainda dezenas de outras empresas que acorreram ao certame, na qualidade de visitantes, estabelecendo, igualmente, contactos interessantes com os seus clientes.





Patrício Tavares, da CEFAMOL, explicou que as empresas nacionais se mostraram satisfeitas, quer pela quantidade de contactos estabelecidos com clientes já conhecidos, quer com a interação com novos clientes que visitaram o certame. “Em relação à última edição da feira, em 2019, foi notório um aumento de visitantes, quer da Europa, quer até de outros pontos do globo, como dos Estados Unidos ou América Latina”, contou.


O facto de esta edição ocorrer após a pandemia, e permitir o regresso pleno do contacto presencial, poderá ter, na sua opinião, contribuído para este visível aumento de presenças no certame. “No final, as empresas de moldes nacionais consideraram ter realizado contactos bastantes promissores e regressaram com algum otimismo em relação aos negócios para 2023”, explicou, acentuando que se trata, porém, de “um otimismo bastante moderado”, uma vez que existe ainda uma grande indefinição em relação a questões como a guerra na Ucrânia e as suas consequências económicas, bem como a decisão sobre os novos conceitos de mobilidade da indústria automóvel – principal cliente dos moldes portugueses.





Logo na abertura da feira, as empresas nacionais receberam a visita de Rui Boavista Marques, delegado da AICEP e Conselheiro Económico e Comercial na Embaixada de Portugal em Berlim; e de Lídia Nabais, Cônsul-Geral de Portugal em Düsseldorf, que se mostraram bastante impressionados com a quantidade de empresas portuguesas ali presentes, bem como com o desenvolvimento tecnológico e posicionamento da indústria de moldes portuguesa no mundo.


Patrício Tavares revelou que as empresas de moldes nacionais têm, por tradição, marcar presença nesta feira, uma vez que a Alemanha é o principal mercado do sector e, desta forma, “conseguem ‘levar o seu escritório’, sob a forma de um stand, até junto dos seus clientes, estabelecendo um relacionamento de maior proximidade”. Por outro lado, salienta, “atendendo à sua dimensão e importância, esta feira assume-se como uma espécie de barómetro para a indústria”, adianta, explicando que, nesta questão, e das conversas com os fabricantes de plásticos – os clientes dos moldes nacionais e, neste caso, visitantes desta feira – a perceção em relação ao futuro é que 2023 “será um ano de trabalho, mas, previsivelmente, não na quantidade que se verificou no início de 2022: será marcado por uma atividade mais moderada”. Acrescentou ainda que, de acordo com os fabricantes, 2024 deverá ser um ano “já com muito mais atividade”. Salientou, no entanto, que “todas estas previsões foram sempre muito cautelosas, tendo em conta a situação económica atual, a guerra, e os preços da energia”.





Sustentabilidade em destaque

A sustentabilidade foi um dos principais destaques da edição deste ano da feira. De acordo com a organização, a cargo da Messe de Dusseldorf, houve uma visível aposta na apresentação de novos desenvolvimentos tecnológicos que os produtores de matérias-primas, fabricantes de máquinas e processadores de plásticos têm desenvolvido para implementar a economia circular, a conservação de recursos naturais e a proteção climática. Aliás, economia circular, proteção do clima e digitalização foram os temas deste certame.


Num dos principais fóruns de debate, que decorreu em paralelo com a exposição, e tendo como tema 'Plastics Shape the Future', a reflexão dos participantes fez-se em torno dos desafios económicos, sociais e ecológicos que se colocam aos fabricantes, mas também e sobretudo nas potenciais soluções já criadas ou em desenvolvimento.


Ainda de acordo com a organização, a feira contou com 3 037 expositores, tendo recebido a visita de mais de 176 mil profissionais do sector, oriundos de 157 nações.




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