Como é que a estimativa do custo de um mesmo molde pode divergir tanto de uma empresa para outra tecnologicamente equivalente? Assumindo que a solução técnica do molde e os materiais incorporados são equivalentes a única resposta possível é que os custos operacionais são completamente diferentes de uma empresa para a outra. Mas se as empresas são tecnologicamente equivalentes o que é que pode justificar tão grandes diferenças nos custos operacionais? E será uma mera questão de diferenças nos custos operacionais ou a grande diferença está na forma como são calculados? As diferenças nos custos operacionais condicionam e influenciam a fase da orçamentação do molde mas possuem um impacto muito maior na medição do custo real do molde uma vez ele executado. São comuns situações quem que, terminado o molde, se conclui que deu lucro (ou prejuízo) e a realidade é justamente o oposto. Mas o maior dos problemas nem sequer é o eventual prejuízo (ou lucro) de um único molde; é uma situação pontual. Realmente grave é a (potencialmente) falsa imagem dos resultados obtidos com esse molde que vão ser reaplicados nos moldes subsequentes ou até mesmo na estratégia de comercialização da empresa. Por outras palavras: mais grave do que um resultado falso com um molde, é a utilização de critérios inadequados na medição dos seus custos reais. E são tantos, tantos, os casos conhecidos de metodologias completamente inadequadas de apuramento de custos reais...em particular as metodologias utilizadas para imputação e repartição dos custos não directos, que hoje já representam mais da metade dos custos totais de um molde. Vamos falar de custos... A CEFAMOL vai realizar no dia 20 de outubro, entre as 09 e as 18 horas, a formação presencial «Afinal, quanto custou o molde?» sendo que, no final da mesma, todos os participantes deverão ser capazes de analisar e refletir sobre o sistema atual de custeio dos seus moldes e decidir sobre se há a pontos a modificar. Consulte o programa e as condições de participação AQUI e proceda à sua inscrição AQUI, até ao próximo dia 14 de outubro. A CEFAMOL dará cumprimento às normas da Direção-Geral de Saúde, em termos de higienização e distanciamento físico.