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"EUROPA DE LESTE - OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA DE TOOLING"
"Europa de Leste - Oportunidades para a Indústria do Tooling' é um estudo de oportunidades para a industria de moldes portuguesa na Bulgária e Roménia, mas que inclui também informações sobre o comércio internacional de tooling em seis outros países de Leste: Polónia, República Checa, Eslováquia, Eslovénia e Croácia. O estudo, um documento de 98 páginas, considera que o nível de comércio da Bulgária e da Roménia com Portugal é limitado, tendo, no entanto, potencial de crescimento. "Há visão, quer dos países, quer de empresas, em processo de integração nas redes industriais globais, em particular nos setores automóvel e aeronáutico, com dinâmica de crescimento", refere. "O crescimento da presença nestes mercados passa pela integração em projetos e em encomendas conjuntas ou complementares com as das empresas e subsidiárias de multinacionais aí instaladas", ressalva ainda o estudo. Aconselha que sejam realizadas ações ao terreno, como missões, participação em feiras, visitas a empresas, comunicação da marca coletiva, entre outras. Sublinha também que ambos os países acedem a instrumentos europeus e locais no domínio da formação, da competitividade e da investigação e desenvolvimento que podem ser utilizados para criar parcerias e novas possibilidades de entrada no mercado. As exportações portuguesas para o Leste da Europa foram, em 2016, de 106,4 milhões de euros. Nos moldes para plástico e borracha, Polónia e República Checa detinham, em 2016, a quarta e quinta posições como principais destinos, com 6,4 e 5,5% respetivamente, e correspondendo a 37 e 32 milhões de euros. Bulgária e Roménia Em termos de caraterização, recorrendo a vários estudos e análises, este documento da CEFAMOL considera que a Bulgária "enfrenta um processo de aprendizagem desafiante", destacando que a produção industrial cresceu cerca de 2,8%, em 2016. "Mas o seu maior problema é a falta geral de estratégia e de visão sobre o seu próprio papel na União", refere o estudo. As importações de moldes para plásticos ou borracha são, atualmente, oriundas, sobretudo, da China e tem a indústria automóvel num lugar sólido da economia do país, representando 3,5 % do PIB. A Roménia é considerada também como um mercado interessante. "Espera que o seu crescimento económico se situe nos 4%, em 2017, e continue nos anos seguintes", aponta o estudo. Os maiores projetos novos estão na indústria automóvel. O número de automóveis produzidos quase que duplicou nos últimos 10 anos, atingindo 387 mil, em 2015. Para além disso, a indústria aeroespacial tem forte presença, com um conjunto alargado de fabricantes de produtos e componentes. Todos os interessados em consultar ou adquirir este estudo, deverão contactar a CEFAMOL .
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