A importância da formação e do desenvolvimento de competências na geração de valor nas empresas será o mote da próxima C.A.O.S. Session, em parceria com a IBC — International Business Consulting. O webinar será realizado no próximo dia 09 de julho, entre as 17h e as 18, e a participação é gratuita, mas sujeita a inscrição. Clique AQUI. ‘Navegar à vista’ significa ‘agir sem um plano ou sem um rumo definido’ e ‘sem instrumentos de navegação’ e esta não é, seguramente, a pretensão de uma empresa, seja no que diz respeito à Gestão de Pessoas ou seja em qualquer outra questão. Por isso, e para assegurar uma ‘navegação com vista’, Artur Ferraz, da International Business Consulting (IBC), apresentou um conjunto de sugestões, no decorrer do webinar ‘Ferramentas para navegar à vista: definir responsabilidades, criar critérios de avaliação e saber dar feedback’. A sessão, integrada no 'Programa Talentum', foi organizada pela CEFAMOL no dia 25 de junho. O orador chamou a atenção para a necessidade de “definir responsabilidades” algo, que lembrou, “está muitas vezes nos organogramas das empresas”, mas que, na prática, não está feito. Para isso, é necessário “clarificar os descritivos funcionais e a política de funções de cada empresa”. Isso pode ser feito distribuindo as responsabilidades pelas equipas ou apostar num instrumento que possa ajudar a empresa a concretizar esse objetivo. Uma das questões salientada é a necessidade de esclarecer e tornar claro o que são “responsabilidades de gestão e responsabilidades de execução”. A sua definição é essencial para uma coordenação eficaz das equipas, clarificando papéis e responsabilidades. E uma vez assegurado, permite uma melhor gestão do tempo “em função do que permite ter ganhos”. Ou seja, “a descrição de funções é uma pequena ferramenta, mas com enorme utilidade”, inclusive para a avaliação de desempenho. Artur Ferraz destacou também a importância para quem tem cargos de gestão, de saber “dar feedback” sobre o desempenho das pessoas. Destacou, aqui, ser fundamental privilegiar algumas questões como “ser assertivo”, “saber ouvir” e “saber lidar com desacordos”. De entre as técnicas para abordar cada uma, sublinhou a necessidade de aquilo que se diz “ser sempre feito pela positiva”. “Não podemos dizer que as pessoas fazem a diferença nas organizações, mas não ter mecanismos que tornem isso realidade”, advertiu. Perante uma plateia online composta por duas dezenas de pessoas, e após um animado período de debate, concluiu-se que as empresas “podem navegar à vista… mas com rumo definido”.