Praticamente todos os fabricantes de moldes possuem a perceção de que o trabalho efetivamente executado pelas suas máquinas deveria ser superior. E os fabricantes que medem e controlam os tempos de desbaste efetivo das suas máquinas-chave, sabem que são muito comuns ratios de tempos de corte de 50% ou menos. Mas são também muito frequentes situações “inexplicáveis” de máquinas cujo output produtivo supostamente deveria ser muito superior, face aos respetivos tempos de utilização. Assim, é consensual a necessidade de otimizar a utilização dos recursos produtivos. Mas, sendo consensual, porque é que o problema se arrasta? Quais são os obstáculos às medidas de otimização? O primeiro (e, possivelmente, o maior) dos problemas reside no próprio conceito de “otimização”. É que para uns, otimizar significa obter de uma máquina o maior tempo de utilização possível; para outros, o ótimo de uma máquina, obtém-se quando nenhum dos componentes-chave de qualquer molde perde tempo, aguardando para ser processado nessa máquina. Ora, este conceito implica máquina disponível “e aguardando” o molde ...o que contraria o primeiro conceito. Será que os dois conceitos são mutuamente exclusivos? Ou será que podem coexistir numa empresa de moldes...e nesse caso, como gerir o equilíbrio entre ambos? E será que “a maior utilização possível” equivale ao maior output útil possível ou significa meramente maximizar a ocupação dessa máquina, eventualmente a executar trabalho que não é necessariamente prioritário? Onde termina a eficácia do uso de uma máquina e onde é que começa a eficiência? Esclareça todas estas questões na ação de formação «Otimizar os resultados de uma máquina-ferramenta» que a CEFAMOL realizará no dia 11 de novembro, entre as 09h00 e as 18h00, no Centro Empresarial da Marinha Grande (Zona Industrial). Consulte o programa e as condições de participação AQUI e, para efeitos de inscrição, preencha o formulário AQUI, até ao próximo dia 06 de novembro.